Fiquei aqui pensando no que o Pena escreveu em seu blog sobre o FIB (Felicidade Interna Bruta) do país e não sei se é por estar no início de um ano que nos enche de novas perspectivas, horizontes, rumos, enfim, penso que podemos medir pela forma mais avessa possível.
Se somos um país governados por um sindicalista que na hora que que o mundo grita: parem de consumir pq quem manda quebrou! e nós ouvimos dele: por favor consumam porque se todos pararem aí é que vamos quebrar, já entendemos e vivemos tudo diferente.
Na verdade andei reparando que td caminha um pouco mais para os valores humanos. Não sei se vcs repararam mas nesse fim de ano, grande parte das campanhas publicitárias, principalmente as de telefonia, falavam no retorno à família, a estar próximo de quem se ama, que é melhor ter menos e estar cercado dos amigos...será mesmo que o mercado está valorizando o consumo consciente? se estivermos realmente entrando nesse patamar, aí sim poderemos computar a felicidade interna bruta do nosso país com mais afinco e cá pra nós, mesmo com tanta desigualdade, tanta corrupção, tanta violência, somos um país privilegiado pela geografia, que mistura o candomblé, a umbanda e o catolicismo; que mistura o branco, o negro, o índio; que redescobre a dança do passado e reintegra no agora; que desbrava toda a diversidade de ritmos e combina com os sons mais atuais.
Nem sei se todos compreendem essa dimensão e essa riqueza natural daqui, mas com certeza se fossemos medir o FIB, acho que não haveria país mais feliz.
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
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